Viagem de Bike

Caminho da Fé – 2ª Etapa – Vargem Grande / Aguá da Prata

30 de julho de 2018

No caminho da Fé : 2ª Etapa 

Vargem Grande do Sul/ São Roque da Fartura /Águas da Prata

Sul da França de bike

Saímos de Vargem Grande  pela manhã. Logo após, pegamos uma pequena estrada de asfalto e atravessamos a pista que vai para São Roque. Então em seguida, entramos em uma estrada de terra, por onde passam muitos carros e com o tempo seco eles levantavam muita poeira. 

Sul da França de bike

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Nosso objetivo hoje, além de chegar a Águas da Prata, incluía uma parada na pousada da Cidinha para visitá-la e deixar um abraço dos ciclistas de Araçatuba, que por lá já haviam passado nos anos anteriores e se encantado com a colhida dela e Sr. Chiquinho.

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Os treze quilômetros que separam a cidade da Pousada foram vencidos com muito suor e um exaustivo esforço físico. E só piorou. Faltando uns 2 km começamos a subir a serra e pegamos uma subida onde tivemos que descer e empurrar, pois era muito íngreme, com muitas pedras soltas e sulcos mal posicionados. No final dessa subida, encontramos a pousada da Dona Cidinha. Infelizmente ela não estava, ficamos o tempo suficiente para uma prosa com Sr. Chiquinho e carimbar a credencial.

Sul da França de bike

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Depois dali começou uma sequência de muitas subidas e as poucas descidas eram curtas. Não tinha muito sol, mas o vento contra foi nosso inimigo – o que estava difícil começou a ficar ainda mais. Às vezes em pequenas subidas o velocímetro não ultrapassava a marca de 5 km. O que foi ficando exaustivo e lento.

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Alguns quilômetros depois chegamos a Serra da Fartura, havia lido que nesse trecho os carros descem em alta velocidade e que todo cuidado era pouco. E com cuidado depois de subir e apreciar uma vista maravilhosa, nós descemos.

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No final da descida já estávamos em São Roque da Fartura (São Roque é apenas o centro e mais nada). Chegamos exaustas e com fome, já passava das 13h30min.

Não encontramos nenhum lugar para almoçar. Paramos em um bar e lá nos informaram que na Pousada da Dona Cidinha da Cachoeira, ela servia almoço. À distância até ela era a pequena, mas a fome, cansaço (o vento da manhã realmente foi cruel) e, mas uma subida com pedras, fez com que um quilômetro parecesse 10 km. Chegamos às 14hs.

Dona Cidinha ainda tinha almoço nas panelas e nos recebeu muito bem. Pensa no melhor arroz com feijão da vida!!!!!Comemos muito! A comida da Dona Cida é realmente muito boa. Sem falar do queijo fresco e doce caseiro que ela deixa a disposição na mesa, quase acabamos com tudo. Depois do almoço, ficamos ali um pouco, admirandos a paisagem que é muito legal e descansamos um pouco. Mas tínhamos que seguir, pois havia reservado pousada em Águas da Prata (um erro! Foi a única reserva que fizemos), se não fosse por isso teríamos dormido ali.

Quando saímos da pousada o relógio marcava 15h15min. Tínhamos pela frente 16 km, não muito, pensamos. Eu havia lido que 70%seriam de descidas e o resto plano. No primeiro momento dá a impressão de um trajeto fácil, mas não foi bem assim.

Sul da França de bike

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A descida na serra requer atenção redobrada, pois o risco de queda é bastante alto.

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Outro empecilho que encontramos foram as porteiras – que me lembro pelo menos três . Foi necessário desmontar o alforje da bicicleta para poder passar. A trilha seguiu pelo meio do mato – impossível de pedalar.

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Seguindo passamos por uma trilha margeando uma plantação de eucaliptos do lado direito e do lado oposto uma paisagem de tirar o fôlego – a imponente Serra da Mantiqueira. A essa altura nós já havíamos passado pela segunda porteira e novamente tivemos que tirar os alforjes para seguir.

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O que começava a nos preocupar nesse momento era o horário. Passava das 16h e logo escureceria. Começamos a caminhar mais rápido e sem tempo para apreciar a passagem. Encontramos mais uma porteira e fizemos novamente todo procedimento de desmontar e montar bagagem.

Depois conseguimos pedalar por uma boa reta, mas não foi o suficiente para fugir do escuro. As 17h o dia virou noite , os últimos seis ou sete quilômetros do trecho foram complicados: todo em descida e cheio de pedras, por um caminho onde não passam carros. Descemos com cuidado, escorregando a todo instante. Já estávamos novamente preocupadas, sem noção de quanto tempo faltava. Foi quando no escuro, do nada vimos um casal que nos informaram que estávamos muito perto. Ufa!!! Foi um alivio. Entramos em Águas da Prata já eram 18hs. Assim que saímos do horto nos deparamos com uma série de barracas de alimentação. Paramos ali, nos alimentamos e seguimos para o repouso merecido na Pousada Casarão.

 clique aqui 3ª Etapa

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