Dentro do que havia planejado conhecer em Copenhague faltavam alguns lugares imperdíveis: Christinasborg, Rosenborg e o Amalienborg. Era nosso último dia em Copenhague. Tínhamos que planejar o roteiro. Saímos cedo.
Começaríamos pelo Amalienborg (Castelo de Amália) chegaríamos a tempo de conhecer todo o lugar, tirar fotos, conhecer o interior do castelo e ainda ver a famosa troca da guarda.
Amalienborg é a residência oficial dos soberanos. O complexo real é composto de quatro palacetes idênticos, em estilo rococó, dispostos simetricamente ao redor de uma praça calçada de pedra, a qual possui no centro uma escultura representando Frederik V, rei dinamarquês que ordenou a construção do palácio.

Visitamos o Museu do castelo, no qual está parte da coleção real. De tudo que vimos no interior do museu, o que me deixou particularmente fascinada foram as fotografias de família. O quarto onde dormia a rainha Luisa, também, é fascinante.

Em frente à praça, vê-se a Marmorkirken, a igreja de mármore branco, Seu domo – um dos maiores de toda a Europa – foi inspirado no da Basílica de São Pedro, em Roma, Itália.

Antes do início da troca de guarda, tínhamos tempo de ver o interior da igreja de mármore branco – um exagero! Foi utilizado na sua construção o mais caro mármore da Noruega. Devido ao custo desse material, só pôde ser completada 150anos mais tarde. No interior da igreja há uma série de afrescos e imagens sagradas.

Voltamos para a praça, o movimento começava a surgir, pessoas já se posicionavam para apreciar a troca da guarda. Sempre é muito interessante observar esses rituais cheios de formalidades. Mas, gostamos mesmo dos grossos chapéus negros dos guardas. Charmoso!

De lá fomos para o Castelo Rosenberg (Slot Rosenberg), cujo parque que o circunda é de tirar o fôlego. São amplas alamedas arborizadas e árvores seculares.

O Castelo Rosenberg foi construído durante a renascença dinarmaquesa,por ordem do rei Christian IV , e serviu como sua residência de verão.Hoje em dia o castelo funciona como museu.Lá estão em exposição diversos objetos da família real da Dinamarca,como jóias da coroa e outros itens de valor histórico inestimável.Realmente uma coleção de tirar o fôlego.

Visitamos algumas salas do castelo, e o mais interessante: o tesouro real dinarmaquês, que inclui as jóias da coroa. O tesouro fica no porão do castelo, que é um grande cofre, com portas blindadas por onde os visitantes entram e saem.
Os que achamos também interessante no museu é que é permitido fotografá-lo, desde que você esteja disposto a pagar 20 coroas. Pagamos, e eu fiquei à vontade com a minha câmera.

O dia estava bonito, apesar do vento e de chuvas esparsas – aproveitamos mais um pouco para dar uma volta nos jardins do castelo.
Nosso próximo destino seria o Palácio Christiansborg, sede do palarmento da Dinamarca, desde 1918. O atual palácio data, em sua maior parte, do início do século XX. O museu abriga uma coleção de antiguidade e arte dinarmaquesa do século XIX.

O dia esteve perfeito, a sensação vivida maravilhosa. Voltamos ainda com tempo de dar uma passadinha para um lanche no Tivoli. A única coisa que deixei de fazer ou do que pensei em fazer foi andar de bicicleta. Lá há pistas e sinalização própria para as bicicletas
Copenhague é um convite às duas rodas. Todo mundo pedala, do cara de terno e gravata que vai para o trabalho às mães com bebês. As mulheres não perdem a elegância: pedalam de salto alto. Mas eu ainda peguei uma bicicleta do hotel e andei uns 200m.

Tínhamos ali encerrado nossa viagem. Copenhague, com castelos, guardas reais, museus, um parque de diversões como o Tivoli, é um lugar perfeito para se conhecer. Os dinamarqueses, por si só, já seriam motivo suficiente para visitar a cidade. São alegres e receptivos.
E ainda estava florida…

A viagem foi fantástica: as experiências vividas, as emoções sentidas… mas o melhor dela é voltarmos para a casa, com a sensação de que mais um “projeto” deu certo.