Assim chamado Majestic Tracy Arm (Majestoso Braço Tracy), um fiorde estreito e sinuoso, sentimos que a visão sozinha, já teria feito valer a viagem. É fantástica!
 
 

 
 
Por várias horas, a partir de então, num silêncio respeitoso, assistimos a uma crescente sequência de eventos incomuns. Primeiro a água ganha aquele tom verde-esmeralda típico das águas de degelo, depois as paredes de degelo se erguem verticalmente nos dois lados do navio e, em seguida, surgem os icebergs. Então a embarcação começa a fazer curvas impossíveis, como se fosse uma lancha, os icebergs se multiplicam e uma voz metálica, vinda dos altos falantes de bordo, começa a legendar, como se houvesse necessidade, o que todo estamos vendo. Assim transcorre a mais bela manhã da vida de muitos, até que, subitamente, o fiorde termina bloqueado pelas gigantescas paredes do SAWYER GLACIER. É o ápice da viagem, o momento de tirar as fotos, o instante em que o navio-cidade parece uma indefesa casca de noz diante da imensidão da geleira.
 
 
 
 
 

 
 
Os navios são construídos especialmente para poder se aproximar o mais perto possível dos glaciares e assim proporcionar a melhor visão da maravilhosa e gigantesca massa gelada, com suas 1.350 milhas quadradas de gelo azulado. Ficamos aproximadamente uma hora e meia bem em frente ao Glacier, contemplando essa incrível arquitetura, obra- prima da natureza.
Depois seguimos nossa viagem, desfrutando do conforto e mordomias do hotel transatlântico. Ainda navegamos horas à sombra do grande fiorde, antes que o navio reencontrasse a Inside Passage, rumo a Skagway
Nossa última escala foi em Skagway,