Pegamos a rodovia no sentindo de Salerno a Battipaglia:o cenário rural, com seus campos floridos, já valia a pena. Na entrada da cidade canteiros de rosas imensas enchiam os olhos. Não tínhamos muita certeza do que encontraríamos: foi surpreendente, apesar de parecer que tínhamos voltado à Grécia.
Pesto foi fundada pelos gregos no século VI a.C e conquistada pelos romanos em 273 a.C..Abandonada no início da Idade Média, provavelmente depois de um surto de malária, ficou muito tempo esquecida e só foi descoberta durante a construção de uma estrada, no século 18,quando as escavações trouxeram à tona seus enormes templos e ruínas.
Em Paesto há três magníficos templos dóricos bem conservados e que são a atração do lugar – o Templo de Netuno – sanatório dedicado à deusa Hera, impressiona com seus 60metros de comprimento e 24 de largura; o Templo de Ceres – dedicado a Palas Atena – e o Templo de Hera , o mais antigo deles e conhecido como Basílica. Em meio aos templos, a primavera nos presenteava com um colorido de rosas e papoulas.

Ainda em Paesto, visitamos o Museu Nazeonale. Um conjunto de pinturas funerárias, descobertas apenas em 1968, nos deixou estonteados. Uma preciosidade. Um dos destaques foi a sala com os murais do Túmulo do Mergulhador (480 a.C), segundo nosso guia um dos únicos exemplares existentes. São cinco ao todo, e originalmente faziam parte do túmulo: quatro mostram cenas de um banquete funeral e o quinto painel, provavelmente a tampa do esquife, a famosa pintura de um mergulhador nu – daí o nome do túmulo – saltando no mar azul. Talvez uma alegoria à passagem da vida para a morte.
Seguimos o caminho de volta a Salerno, ponto final da nossa viagem à Costa Amalfitama. Com o dia ainda claro, pudemos deixar o carro na locadora e aproveitar o final de tarde e o pôr do sol no porto de Salerno.


Depois que o sol se pôs, procuramos um hotel – o objetivo era ficarmos perto da estação de trem, pois voltaríamos a Nápoles e de lá seguiríamos de avião para Milão.
Um roteiro sem dúvida FANTASTICO!!!!!